Parar as horas e observar micromundos, para reequilibrar

Como me reequilibro? Parando as horas e observando micromundos

Há semanas mais complicadas. Sim, eu vivo no campo onde tudo transpira paz e tranquilidade, mas o stresse também chega aqui – por vezes! 😉 E nesses momentos de pressão, momentos em que todo o teu ser se sente embutido num espaço apertado, onde custa respirar… Já não consegues pegar num pincel, nada flui, nada acontece. O que fazer? Como reencontrar o equilíbrio? Como descansar?

Comigo resulta…. Parar as horas! Focar-me no belo, no pequeno, no quase invisível. Nos detalhes mais simples da natureza.

Sempre me atraíram os micromundos. As gotas de orvalho numa pétala. Um bichinho que se alimenta. Uma aranha que tece… Por tudo isto, vale a pena parar o relógio. Parar as horas. Parar o dia. Estar só no momento.
(Estas fotografias não são de hoje. Foram tiradas numa destas manhãs, em que, com a máquina na mão, fiz parar as horas.)

Até há pouco tempo eu via estes meus momentos como momentos de abstração. Momentos em que sem forçar, me abstraía e a minha mente viajava.

Mas tenho a vindo a observar que aquilo que eu considerava abstração, era na verdade, presença. Nestes momentos eu cultivo a PRESENÇA.

Eu estou lá, no aqui e agora.

E a minha mente na verdade, não só, não se limita a viajar, como me traz muitas vezes insights incríveis.

Tenho vindo a perceber que estes momentos são imprescindíveis para o meu equilíbrio. E que sem eles, o corpo físico, mental, emocional – toda a minha alma – atrofia e perde conexão.

E sem conexão, não há criação. Não há fluidez na dança da Vida.

Desejo-vos uma óptima semana, com muitos momentos de presença pura e criação.

Com amor

Joana

Written by

2 thoughts on “Parar as horas e observar micromundos, para reequilibrar

  1. Oh yes. I feel this. Right now I’m having some of those difficult times and my way to balance is to keep one foot in nature. Paying attention to the small but powerful things happening all around us. This is life. So glad to be catching up with your blog, Joana. xxx

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Translate »